sábado, 5 de novembro de 2016

O LIVRO BÁSICO DOS OGÃS (Sandro da Costa Mattos)



Fruto de estudos e pesquisas feitos tanto in-loco quanto através de narrativas históricas ou da elucidação obtida por intermédio do Caboclo Boiadeiro da Jurema, os registros de “O livro básico dos Ogãs” procuram obedecer a uma cronologia que passa por cerimônias datadas da Antigüidade, chegando à era contemporânea. O texto realça a importância dos instrumentos musicais no estabelecimento de elos de ligação entre os homens em seu mundo terreno e os seres das incontáveis esferas do plano extrafísico, quer sejam dos estratos mais refinados, quer sejam dos mais densos – pois é de conhecimento geral que em todos os ritos de que se tem informação vemo-los presentes, seja no retininte badalar de um sino, nos acordes de uma lira, no soprar de um oboé, seja no som grave ou agudo dos tambores. Aqui nos deparamos com o preenchimento de uma lacuna, há muito esquecida ou ignorada e que, certamente, irá elucidar ou suprimir muitas dúvidas nas respostas não obtidas dos líderes acomodados à simples prática da mediunidade ou de liturgias herdadas e repetidas sem questionamento, ou, pior ainda, daqueles que não reúnem a mínima condição de fazê-lo por também desconhecer as verdades.

Por: Sandro da Costa Mattos

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